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"Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo. Buda"

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - A Torre

Ups...se ontem estávamos cheios de dúvidas acerca de qual o caminho a escolher com o Dependurado, hoje a Torre vem dissolvê-las e de uma forma assim um bocadinho para o bruta!


  
Hoje não será, certamente, um dia monótono. Podemos contar com uma surpresa que poderá ser vivenciada como algo positivo, ou como um distúrbio
intenso que destruirá expectativas concretas. Mesmo que nos chateie-mos  ou soframos hoje, quando algo não correr como esperamos — o que é perfeitamente compreensível —, o segredo é manter em mente que esta carta indica rompimento com um ambiente sufocante, pessoas tóxicas ou a libertação de uma ideia fixa. Limpa aquilo que está a mais nas nossas vidas, que não nos faz falta.
No futuro, ao olhar para trás, não nos vamos lamentar do que hoje não deu certo.
Bom fim de semana  


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - O Dependurado

Hoje talvez seja necessário uma certa sujeição ao sacrifício, cruzar ideias e pensamentos. Talvez seja necessário, ainda, dar alguns passos para trás e pensar profundamente em todas as questões envolventes de forma a conseguirmos sair das nossas dificuldades. É claro que isto também se aplica a situações onde existam relacionamentos íntimos pouco claros e pouco ortodoxos, ou até mesmo se estivermos numa fase pós trauma emocional. 




Esta carta quase sempre é um sinal, para que se quisermos fazer algo de uma forma, devemos fazer de forma oposta para que se alcance o que pretendemos, é este o verdadeiro misticismo paradoxal da carta.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - A Papisa

Esta carta sugere confiança no própria intuição.
Hoje é um bom dia para fazer uma auto-analise de forma a desbloquear as recordações, potenciar as capacidades ocultas e seguir os instintos ao longo do nosso caminho. 







Tentemos o exercício de abstracção do que é aparente nas nossas vidas, retiremos apenas o superficial e vejamos para além do que é evidente.



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - O Louco

Maior parte das vezes, o Louco pode simbolizar começo, salto corajosamente dado em alguma fase da vida, particularmente quando o salto é dado sob o impulso de um sentimento profundo, e não cuidadosamente planeado.



Hoje a energia é de seguir em frente com optimismo, felicidade, criatividade, liberdade de expressão, entusiasmo, intuição e disponibilidade para aprender. Está aí o início de uma nova etapa, de um novo ciclo. É hora de agir por impulso, rapidamente, seguindo em frente sem olhar para trás.



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - A Lua

A Lua é a carta da imaginação. Uma vez aceite, a imaginação enriquece a vida.
Lua indica uma exacerbação do inconsciente. Começamos a viver emoções estranhas, sonhos, medos, até alucinações.






Hoje é um bom dia para darmos ouvidos à nossa voz interior, à nossa intuição e prestarmos muita atenção aos nossos sonhos e às imagens mentais e aos sentimentos que tivermos. Ficar receptivo e, calma e tranquilamente, buscar um significado que possa ajudar na própria evolução.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Carta do Dia - O Julgamento

Hoje o dia é de mudança e decisões importantes.
Devemos aproveitar a energia para nos libertarmos de velhas ideias e padrões e abraçar novas perspectivas de vida que estejam relacionadas com relacionamentos ou com o campo profissional.
Regra geral, o Julgamento, passa a ideia de conformação com o que existe, aceitação de novos ideais numa segunda oportunidade de endireitarmos o nosso rumo.


Aproveitemos a sexta-feira, dia de Vénus, para nos redimirmos do passado e aceitar novos desafios, que nos proporcionarão uma nova emancipação espiritual que nos ajudará a enfrentar os impedimentos nas nossas vidas.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A importância de viver o presente - O Mindfulness

Existe um conceito que está muito na moda, que deve ser praticado, todos os dias e por todos nós.Viver conscientemente é uma arte, que requer muita prática e dedicação.
Parte de nós vive em piloto automático, acabando por desperdiçar grande parte da energia tão necessária e à nossa qualidade de vida. 

Uma das actividades favoritas da mente é vaguear pelo passado e pelo futuro, e perder-se no acto de pensar. Alguns dos seus pensamentos são agradáveis; outros, dolorosos e geradores de intranquilidade. Em qualquer dos casos, o mero facto de pensar exerce um forte impulso na nossa consciência.
Na maioria das vezes, os nossos pensamentos dominam a nossa perceção do momento atual e fazem com que percamos a nossa ligação com o presente.

O Mindfulness ou a Atenção Plena, implica reunir e dirigir as nossas próprias energias desperdiçadas.
Ao fazê-lo, aprendemos a acalmar-nos o suficiente para penetrar e determo-nos em estados de profundo relaxamento, o que alimenta e restaura o corpo e a mente. Simultaneamente, torna-se mais fácil ver com maior clareza a forma como vivemos e, em consequência, como realizar mudanças para melhorar a nossa saúde e qualidade de vida.

Esta prática consiste em ser consciente a cada instante e ajuda-nos a canalizar a nossa energia com maior eficácia em momentos de tensão, ou quando nos sentimos ameaçados ou impotentes. 

O seu enfoque sistemático serve para desenvolver, nas nossas vidas, novos tipos de controlo e sabedoria, baseados na nossa capacidade de relaxar, prestar atenção, adquirir consciência e ter uma visão profunda. Permite-nos enfrentar a acumulação de perdas que, às vezes, num ciclo pontual da vida, podemos chegar a vivenciar.


É perfeitamente possível alcançar a Atenção Plena. Só necessitamos é de cultivar a nossa capacidade de prestar atenção ao momento presente. O cultivo da Atenção Plena representa um papel central nas mudanças que as pessoas querem, e tanto procuram no seu processo de transformação.

Como praticar?


  1. Fechar os olhos
  2. Sentar com as costas direitas mas não rígidas 
  3. Tomar consciência da respiração. 
tentemos manter-nos assim, observando a nossa respiração durante três minutos. Concluídos os três minutos de observação das inspirações e expirações da nossa respiração, pensemos em como nos sentimos durante esse tempo e em quão pouco tempo a nossa mente se afastou de nossa respiração.

A Atenção Plena é como a Meditação em parte, pois ambas tratam na realidade de prestar atenção. 

Podem-se enumerar cinco factores relacionados com a atitude, que constituem os principais suportes da prática da Atenção Plena. Trata-se de:

Suspender o juízo => estamos constantemente a fazer juízos, sobre a nossa experiência. A mente categoriza e coloca rótulos em quase tudo o que vemos. Reagimos a tudo o que experimentamos em termos do valor que acreditamos que tem para nós. É necessário tomar consciência desses juízos automáticos que a nossa mente emite, para podermos ver através dos nossos preconceitos e temores e, consequentemente, libertarmo-nos da sua tirania. É muito importante que os reconheçamos como pensamentos julgadores e que recordemos que a prática implica a suspensão de juízos e a observação de qualquer coisa que passe, sem, de maneira alguma, a seguir ou actuar sobre ela.

Cultivar a paciência => a paciência é outra arte :). É uma forma de demonstrar que compreendemos e aceitamos o facto de que às vezes, as coisas só são reveladas quando é o momento. Ter paciência consiste, simplesmente, em estar totalmente aberto a cada momento, aceitando-o na sua plenitude e sabendo que as coisas só se descobrem quando chega o momento.

Manter a mentalidade de principiante => basicamente, não é mais que ter olhos novos constantemente, e não prender nada nem ninguém com as nossas memórias.


Reforçar a confiança => É muito melhor confiar na nossa intuição e na nossa própria autoridade, ainda que possamos cometer alguns erros pelo caminho, do que procurar sempre um guia fora de nós mesmos.

Aceitar => ver as coisas como são no presente. A aceitação não significa que tenhamos de gostar de tudo ou que tenhamos de adoptar uma postura passiva face a tudo e abandonar os nossos princípios e valores. A aceitação, como nós a vemos, quer simplesmente dizer que chegámos à vontade de ver
as coisas como são.

Cada um deles tem influência. Trabalhar com um deles levar-nos-á com toda a rapidez a fazê-lo com os demais.






Um firme compromisso de trabalharmos em nós mesmos como a suficiente
auto-disciplina para continuar no processo são absolutamente essenciais para o desenvolvimento de uma poderosa prática meditativa e de um elevado grau de Atenção Plena.
A prática regular não é tão difícil como se poderia pensar.
A melhor altura do dia para pormos em prática tudo isto é pela manhã, pois é quando estamos mais atentos, permitindo-nos ficar mais relaxados durante o resto do dia, bem como mais capacitados para reconhecer o stress e lidar com ele com eficiência. A Atenção Plena significa estar totalmente desperto. 
A prática regular contribui para que mantenhamos uma certa estabilidade e
elasticidade mental, ainda que atravessemos estados de agitação, confusão, falta de clareza e dilação. Esses são os momentos mais frutíferos para praticar, não para que nos libertemos da nossa confusão ou dos nossos sentimentos, mas apenas para sermos conscientes e aceitá-los.

Carta do Dia - O Imperador

Hoje é um dia em que o nosso lado racional prevalecerá sobre o emocional. 
Será bom mantermos a calma e organização, planeando as coisas com antecedência, evitando desta forma atitudes e posições extremas.

Esta carta também faz alusão à figura paterna, que tal ligar ao pai, avô..etc..





Descontracção acima de tudo, sem stress, porque afinal a vida são dois dias e o Carvanal são 3.