Por vezes temos tanto medo de cometer um erro aos olhos dos outros, que infligimos o erro a nós próprios. Estamos tão envergonhados da nossa sombra que acabamos por construir uma pessoa que não corresponde à verdade. Acabamos por ficar numa posição infeliz e de termos que colocar mais energia para tentarmos ser quem não somos.
A Torre mostra que nem as estruturas físicas nem emocionais que construímos são estáveis ou permanentes, e que podem ser destruídas de repente, trazendo consigo as mudanças que tentámos evitar.
Uma mudança repentina que nos vem dizer para nos libertarmos de certas crenças e valores, deixar relacionamentos doentios e velhas formas de vida. Mudanças repentinas que nos libertam e deixam-nos caminhar nos nossos próprios caminhos, permitindo-nos alcançar os nossos potenciais.
A Torre reflete o que acontece quando nos escondemos da verdade e nos recusamos a enfrentar as nossas próprias transgressões. Pode começar com uma pequena mentira que cresce e cresce até que se transforma numa confusa e complexa teia, e o disfarce começa a causar mais desconforto que a mentira.

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